GALERIA LARGO DAS ARTES FAZ 4 ANOS

Festejando seu quarto aniversário a galeria Largo das Artes está com uma coletiva de artistas até o mês de novembro.
Faço parte  dessa coletiva com duas fotos da minha série “Bailarinas” e estou muito contente em iniciar essa parceria com  Largo das Artes.
Aproveito para agradecer à Delfina que foi a batalhadora dessa conquista.
Numa tarde em que havia inúmeras inaugurações de exposições no mesmo horário, ainda assim a vernissage foi concorrida e a tarde foi muito agradável.

Eu e Delfina, com as minhas duas bailarinas ao fundo.

Com Martha Pagy, sócia da galeria (à esquerda da foto ) e Débora Monerah

Com os amigos André Vallejo e Aurinha, sua esposa. Foto da Delfina (câmera do Vallejo).

As fotos são do Vallejo e salvaram a tarde, pois minha possante S95, talvez emocionada com o evento, teve uma crise catatônica e resolveu não funcionar.

Tentando decidir o que faria com a S95. Se jogava na parede ou se pisoteava. Atendendo aos apelos da Delfina, vou mandá-la para o conserto. Foi salva por muito pouco.
Em breve vou colocar o ensaio das bailarinas completo no site, mas se alguém quiser ver as da exposição de perto, deem um pulo lá no Largo das Artes. A galeria é muito bonita, a exposição está um show e ainda dá para tomar um cafezinho no bistrô/sebo que fica embaixo. Tem um post sobre ele, aí no blog..

Arte em baixo e in riba

Neste mesmo sábado ainda teve a inauguração de duas exposições na galeria Largo das Artes, uma charmosa galeria de arte que fica num sobrado no Largo de São Francisco, no centro da cidade.
Foram as exposições “Impermanência” da Valéria Costa Pinto e a “Cor e Fragmento” de fotos do Fernando Mello.
Duas ótimas exposições.



Na parte de baixo do prédio onde fica o Largo das Artes tem um sebo que é o mais charmoso do Rio, na minha opinião.
É o Caffè Olé / Letra Viva
Vejam o look do local:


Pra quem gosta, tem uma coleção bastante variada de gibis.
Gibi= termo usado na era mesozoica para designar quadrinhos, comics.

Detalhe: uma parte do piso da galeria é o teto do sebo.

Também funciona lá um bistrô, para alimentar a fome que não a do espírito.


E como charme pouco é bobagem, vejam o adorno que estava sobre o livro do Helmut Newton: