Cidade maravilhosa! Sorry.

Um simples entardecer, visto do caminho do bem-te-vi (tcc (aka) pista claudio coutinho).

Só isso. Um tarde comum, um dia comum, uma cidade espetacular.


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Arte em baixo e in riba

Neste mesmo sábado ainda teve a inauguração de duas exposições na galeria Largo das Artes, uma charmosa galeria de arte que fica num sobrado no Largo de São Francisco, no centro da cidade.
Foram as exposições “Impermanência” da Valéria Costa Pinto e a “Cor e Fragmento” de fotos do Fernando Mello.
Duas ótimas exposições.



Na parte de baixo do prédio onde fica o Largo das Artes tem um sebo que é o mais charmoso do Rio, na minha opinião.
É o Caffè Olé / Letra Viva
Vejam o look do local:


Pra quem gosta, tem uma coleção bastante variada de gibis.
Gibi= termo usado na era mesozoica para designar quadrinhos, comics.

Detalhe: uma parte do piso da galeria é o teto do sebo.

Também funciona lá um bistrô, para alimentar a fome que não a do espírito.


E como charme pouco é bobagem, vejam o adorno que estava sobre o livro do Helmut Newton:

 

 

Exposições no MAM

Ontem, sábado 24 de julho, inaugurou mais uma exposição de fotos no Rio. Foi no Museu de Arte Moderna, que apresenta a exposição “Fotografias – Coleção Joaquim Paiva”, com 134 obras, de 69 artistas estrangeiros, pertencentes à coleção Joaquim Paiva em comodato com o MAM desde 2005. A mostra marca a inclusão de mais de 450 obras internacionais ao comodato, que já possuía aproximadamente 1090 trabalhos de artistas brasileiros, totalizando agora cerca de 1500 fotografias. Nesta exposição, ao lado de de artistas contemporâneos como Ayoung Kim, Alejandro Cartagena e Go Sugimoto, estão obras de nomes consagrados como Diane Arbus, Grete Stern e Ansel Adams, com uma série de 5 fotos absolutamente espetaculares. Só elas já valem a visita ao MAM. A exposição tem curadoria do Luiz Camilo Osorio.

As pequenas maravilhas do Ansel Adams

Mais uma exposição imperdível no Rio. E ainda em exposição no MAM, até 14 de agosto,  as formidáveis esculturas do José Rezende.

Finalizando a visita ao MAM ainda fui rever, pela enésima vez, parte a exposição Coleção Gilberto Chateaubriand, que está também no museu em regime de comodato. Internacionalmente conhecida como o mais completo conjunto de arte moderna e contemporânea brasileira, e cujas cerca de quatro mil peças compõem um impressionante painel do período em um só museu do País. A coleção tem trabalhos pioneiros da década de 10, como os de de Anita Malfatti (duas paisagens de 1912 e O Farol, de 1915), e prossegue através do modernismo de Tarsila do Amaral (o Urutu, de 1928), Lasar Segall, Di Cavalcanti, Ismael Nery, Vicente do Rego Monteiro, Portinari, Pancetti, Goeldi e Djanira, entre outros. Desenvolve-se através dos embates dos anos 50 entre geometria e informalismo, das atitudes engajadas e transgressoras da Nova Figuração dos anos 60 e da arte conceitual da década seguinte, dos artistas que constituíram a Geração 80, até desembocar nos mais jovens artistas surgidos nos dois ou três últimos anos. O colecionador reuniu praticamente todos os artistas que conquistaram um lugar de destaque internacional para a arte brasileira: Aluísio Carvão, Ivan Serpa, Antônio Dias, Rubens Gerchman, Carlos Vergara, Roberto Magalhães, Wesley Duke Lee, Nelson Leirner, Artur Barrio, Antônio Manuel, Jorge Guinle, Daniel Senise, José Bechara, Rosangela Rennó e Ernesto Neto, e centenas de outros não menos destacados (são cerca de 400 artistas no total). Texto em itálico retirado do site do MAM.

Algumas obras da coleção

Nelson Leirner

Sergio Camargo

Realidade aumentada e Xico Chaves

Fui hoje no Oi Futuro Flamengo para assistir a palestra do  Daniel Gelder sobre Realidade Aumentada. Ele é o vice-presidente da Metaio, a maior empresa do mundo dedicada a produzir livros e aplicativos com essa tecnologia. Alimentando o debate estava Rogério da Costa, Doutor em História da Filosofia pela Université de Paris IV e professor do Programa de Pós Graduação em Comunicação e Semiótica da PUC-SP. O tema da discussão, além da apresentação dos trabalhos produzidos pela Metaio, foi sobre como o muro entre o virtual e o real está cada vez mais estreito e como pode-se oscilar entre um e outro facilmente, quase que com a mesma facilidade com que controlamos  um potenciômetro, aumentado ou diminuindo essa distância. Brevemente já teremos cidades preparadas para interagir com as tecnologias da Realidade Aumentada, quando então poderemos, por exemplo, apontar nossos smart-phones ou tablets para um edifício e recebermos todas as informações concernentes a esse prédio.
Sugiro uma visita ao site da Metaio http://www.metaio.com/ para se ver como a coisa está ficando séria.

Rogério e Daniel

Ao chegar no prédio da Oi Futuro aproveitei e fui ver a instalação do Xico Chaves, no andar térreo, ARTES VISUAIS – ÓRBITA – POÉTICA – XICO CHAVES
“A mostra é uma síntese panorâmica da produção do artista Xico Chaves que, desde a década de 70, vem trabalhando com diversas mídias simultaneamente. O projeto se desdobra em duas vertentes distintas, porém complementares, envolvendo a realização de uma exposição multimídia e a edição de um livro. “Órbita – Poética – Xico Chaves” busca dar o destaque merecido a um dos personagens mais importantes e atuantes da recente história da cultura contemporânea brasileira.” (texto copiado do release de apresentação).

Fiquei também muito surpreso e feliz ao ver que no módulo “Poemas sonoros eletroacústicos” da instalação está um trabalho meu, dos tempos em que era músico,  chamado “Meu endereço”, que fiz em cima de um poema do Xico, lá pelos idos da década de 70.

Pra quem não conhece a obra do Xico Chaves essa é uma imperdível ocasião de conhecer o trabalho desse incansável batalhador cultural e poeta intrigante e para quem conhece, uma ótima oportunidade de rever o trabalho do Xico ao longo desses anos.

O desencontro e a Floresta

Acordei e, como tinha planejado,  fui para a cidade encontrar com Delfina e um sobrinho dela, de Brasília. Tinha planejado irmos a várias exposições de fotografia que estariam sendo exibidas no Centro de Artes Hélio Oiticica e em galerias ao redor.
Digo “estariam” pois não não estavam mais. Lá chegando encontrei as portas fechadas, pois as exposições já haviam terminado há uma semana e eu, ao escolher as exposições,
não reparei no dia do término. Detalhe besta.
Sem ter o que fazer fui dar um passeio com o sobrinho pela cidade e resolvi ir à Floresta da Tijuca.
Duas de suas principais atrações, a par a magnífica floresta que foi toda plantada por ordem de D. Pedro II e que se transformou na maior floresta urbana do mundo, ficam logo no princípio. A Cascatinha Taunay e a Capela Mayrink.



Vista do altar, com os painéis de Nossa Senhora do Carmo, São Simão Stock, São João da Cruz e o Purgatório, obras de Cândido Portinari, ofertados pelos moradores do Alto da Boa Vista.
Daí pode-se pegar uma pequena trilha, margeando um rio, que conduz ao Centro de Visitantes, onde rola uma bem montada exposição sobre a Floresta da Tijuca.


Isso é só o começo. A Floresta é muito grande e oferece muitas atrações, principalmente se você gosta de andar a pé ou de bicicleta, pois existem muitas trilhas e em todo o parque há ciclovias.

Voltando para casa me deparo, ao parar num sinal de trânsito, com essa cena. Uma artista de rua e um espectador sério e super atento.
Não têm nada a ver com a Floresta, mas achei legal e resolvi postar também.


Suite Autumn Leaves – página atualizada

Atualizei a página da minha exposição Suite Autumn Leaves, que agora está no Jardim Botânico, no Espaço Tom Jobim, participando do evento FotoRio 2011.
Estou mostrando as fotos da montagem e da vernissage, nesse novo espaço.
Convido os amigos para dar uma passada lá e ver as fotos.
Se quiserem marcar, eu vou pra lá e depois tomamos um chocolate quente na cafeteria ao lado.

Link para a exposição:
http://www.sergioaraujo.com/sergio/expo/menu.htm